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Plástico 100% degradável

Perguntas frequentes

  1. Que garantia se pode ter quanto ao controle do prazo de degradação?

  2. O armazenamento e manuseamento dos aditivos ou produtos acabados exige cuidados especiais?

  3. A bio-degradação é resultante da degradação?

  4. O material plástico transformado em embalagens flexíveis (ex. saco de compras) é reduzido a zero após a degradação?

  5. De que forma os microorganismos podem consumir material plástico?

  6. Os plásticos degradáveis d2w® irão gerar metano nos aterros?

  7. O material que contém d2w® pode contaminar o reciclado se for misturado com outros plásticos?

  8. Como é que os plásticos degradáveis se enquadram nos diferentes métodos de reciclagem?

  9. A reciclagem terciária ou química não é uma solução melhor?

  10. A incineração não é um método melhor de destino para os resíduos plásticos?

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  1. Que garantia se pode ter quanto ao controle do prazo de degradação?
    Conforme mencionado, a velocidade de degradação pode ser amplamente controlada pelo conjunto de aditivos que é utilizado para cada aplicação em particular. A velocidade real de degradação, contudo, é afectada pelos níveis de variação dos factores não controláveis – principalmente calor, luz e stress aos quais o plástico é exposto. Níveis superiores de exposição do que aqueles originalmente planeados podem acelerar o processo, ao passo que níveis inferiores o tornarão mais lento, mas não o interromperão. Por esta razão, os fabricantes, em geral, incluem uma margem de segurança significativa no prazo de degradação planeado, de modo a garantir que as propriedades do plástico se mantenham intactas até o final da vida útil do produto em questão.


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  2. O armazenamento e manuseamento dos aditivos ou produtos acabados exige cuidados especiais?
    Conforme indicado acima, é sensato garantir que os produtos não sejam expostos à luz, calor ou stress excessivos. Por exemplo, plásticos degradáveis devem ser armazenados num ambiente ameno e ao abrigo de luz, ao invés de ficar a céu aberto ou num local quente em que bata o sol. Além do “bom senso” nenhum outro cuidado especial é necessário.


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  3. A bio-degradação é resultante da degradação?
    Para o filme d2w®, a resposta é positiva. A degradação oxidativa do polietileno e polipropileno d2w®
    causa o colapso da estrutura molecular dos plásticos. Essas cadeias moleculares tornam-se menores e “permeáveis” à água, permitindo a formação de um bio filme na superfície dos plásticos, que permite que a deterioração bacteriana se instale.


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  4. O material plástico transformado em embalagens flexíveis (ex. saco de compras) é reduzido a zero após a degradação?
    As embalagens flexíveis, por natureza, têm propriedades que são essenciais para o fabrico de  produtos eficientes. Essas propriedades incluem a impermeabilidade, flexibilidade e resistência. As cadeias de moléculas longas e intrincadas presentes num polímero determinam essas propriedades. Com a acção oxidativa do d2w®
    a estrutura molecular entra em colapso. O primeiro resultado é a fragilização e desintegração – o material deixa de ser considerado plástico. Finalmente, após o terminus da deterioração microbiana, o processo total de degradação terá resultado na criação de um pouco de H2O, CO2, e uma pequena quantidade de bio massa.


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  5. De que forma os microorganismos podem consumir material plástico?
    Normalmente, os microorganismos não têm acesso ao carbono ou hidrogénio contidos no material plástico porque as cadeias são muito longas, como indica a enorme massa molecular dos plásticos (ex. 300,000u). Contudo, sabe-se agora que quando o material plástico diminui a sua massa molecular, através de degradação oxidativa, para menos de 40, 000, o material torna-se permeável à água e pode sustentar um bio filme na sua superfície. Essa bio filme abriga numerosos microorganismos que se alimentarão dos elementos de carbono e hidrogénio do plástico oxidado.

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  6. Os plásticos degradáveis d2w® irão gerar metano nos aterros?
    Não, o metano só ocorre em condição anaeróbicas quando o carbono só se pode combinar com o hidrogénio. O processo de degradação d2w®
    é um sistema de oxidação – se não houver oxigénio, o carbono e o hidrogénio permanecem aprisionados nos restos de plástico, e o metano não será gerado.


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  7. O material que contém d2w® pode contaminar o reciclado se for misturado com outros plásticos?
    Mesmo que algum detrito pós-consumo que contenha d2w® seja misturado ao fluxo de reciclagem após a limpeza, separação e re-extrusão, o processo de degradação será efectivamente interrompido. O processo secundário de extrusão neutraliza a acção do pró-degradante. Por outro lado, é interessante também salientar que, o aditivo d2w®
    pode ser adicionado ao reciclado e fazer com que este se degrade. Para resíduos pós-industriais, a resposta dependerá dos materiais e proporções específicos envolvidos.


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  8. Como é que os plásticos degradáveis se enquadram nos diferentes métodos de reciclagem?
    Os plásticos totalmente degradáveis d2w®
    são totalmente compatíveis com a reciclagem. Eles podem ser adicionados à cadeia de reciclagem, momento no qual o processo de degradação será permanentemente interrompido (vide acima).



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  9. A reciclagem terciária ou química não é uma solução melhor?
    Não, factores económicos não favorecem esta abordagem. O material resultante da reciclagem terciária ou química é tão caro quanto o material virgem, além dos outros custos indirectos da recolha, transporte e separação.


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  10. A incineração não é um método melhor de destino para os resíduos plásticos?
    O polietileno, como todos os outros plásticos, é na verdade uma forma muito refinada de petróleo. E, por conseguinte, tem um poder calorífico muito alto. No entanto, em termos práticos o destino eficiente, através de incineração, é difícil. Na maior parte dos países, a capacidade instalada é insuficiente devido aos problemas associados com as emissões, a necessidade de transportar os plásticos por longas distâncias para incineradores, e a atitude negativa do público em relação à construção de novos incineradores num futuro próximo.

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